SOBRE A REVISTA

“Mulheres do fim do mundo” é uma revista organizada por pesquisadoras que pretendem disponibilizar um espaço de escrita, intervenção pública e diálogo para e entre mulheres.

 

Queremos falar a partir de nossos diferentes lugares sociais, de identidades plurais, como mulheres que vivenciam os problemas do sul global sob os efeitos do patriarcado, da colonialidade, do racismo e do sexismo. Nossa periodicidade é mensal e recebemos textos em fluxo contínuo, podendo ser: poesias, contos, ensaios, notas de pesquisas, biografias de mulheres, entrevistas, correspondências, recomendações, traduções, depoimentos e o que mais vocês quiserem. 

Somos militantes de um feminismo interseccional, decolonial e antifascista. Acreditamos que as opressões de gênero, raça e classe são estruturantes do sistema em que vivemos e iremos, sempre, questioná-lo. Dito isso, se acheguem, colaborem conosco!

EDITORAS

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Flavia Ribeiro Veras

Cachorreira, fala com as plantas, ambiciona viver em uma democracia. Cozinha por hobby (e ansiedade). Tenta imitar pratos dos programas de comida, mas gosta mesmo é de Doritos e miojo com purê (pense em algo cremoso!). Tem dias que lê peças de teatro brincando de encenar, noutros prefere rever animações da infância, sobretudo os animes. Primeira da família a cursar uma universidade. Filha de cearenses da classe trabalhadora, foi graduada e mestre durante os governos petistas. Antes de terminar o doutorado testemunhou o mais recente golpe acontecer no Brasil contra a presidenta Dilma. Capricorniana típica, mas ateia. Bissexual, feminista e trans-aliada. Professora de história do ensino básico e superior. Fica emocionada quando fala des alunes. Pesquisa sobre mercado das diversões, cultura popular e trabalho artístico com enfoque interseccional. 

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Gabriela Mitidieri

Passei a adolescência e parte da idade adulta sonhando com uma vida estável: família nuclear hétera-burguesa, emprego seguro. Porém, enveredei pelos caminhos arenosos da pesquisa em história e, hoje, tento abraçar a vida cigana que me acolheu e acolhe. Gosto de blues, de circo e de Caetano. Gosto de paçoca também, mas nunca estacionei no Leblon (nada contra, tenho até amigxs que). Sou doutora em história com ascendente em antropologia e experiência nos ensinos básico, superior e de línguas.

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Letícia Pereira

Nasci em Salvador/BA no Nordeste brasileiro... Mulher, negra e optei fazer humanas. Resisto! Oriunda da rede pública do ensino, hoje doutora em Literatura e Cultura pela UFBA. Estudo as relações étnico-raciais, com tese sobre o Cinema Negro brasileiro. Atuo como corretora de redação, mas o prazer vem das oficinas de Criação Literária, sou dos devaneios, embora capricorniana de sol e lua (tenho ascendente em gêmeos). Gosto de livros, cheiro de chuva e roda de capoeira, atualmente, vivo um relacionamento sério com a Hatha Yoga. Coleciono árvores e algumas estradas, faço morada na poesia afro-brasileira.

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Maiara Gonçalves

Maiara Juliana Gonçalves da Silva é carioca, mas mora nas terras tropicais do Nordeste brasileiro, na cidade de Natal/RN. Prefere muito mais o verão e as praias do que o frio e a neve do Hemisfério Norte. Fã de Belchior, apesar de ter feito o caminho inverso ao dele. É neta de duas ex empregadas domésticas e por isso resolveu mudar a trajetória das mulheres da sua família quando se tornou professora adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), lecionando como professora de história na Escola Agrícola de Jundiaí. Nas horas vagas, ela acredita que toca bem violão e cozinha igual a uma masterchef (profissional, claro!). Gosta de filmes do Almodóvar e de filmes franceses mas, desde que se tornou mãe da Sofia Valentina, na maioria das vezes, ela só tem o direito de assistir filmes de animação (não que esteja reclamando!).

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Sheila Lopes Leal Gonçalves

Autora de frases como "mentaliza o lilás", viciada em pipoca e Harry Potter, eterna aspirante a escritora, Sheila é uma carioca que mora em Belo Horizonte desde 2018. Meio Geminiana, meio leonina, ela nunca perde uma oportunidade de viajar pra conhecer sotaques, cheiros, cores e comidas estrangeiras. Educadora (com atuação da Educação Infantil ao Ensino Superior) e doutora em História, trabalha com pesquisa e ensino de História e projetos bilíngues - leciona Inglês, Espanhol e Português para Estrangeiros. Gosta de dançar reggaeton feat. funk, estudar América Latina e cada vez mais tem dado atenção às mulheres na História. Curte auto análise, clichês em geral e literatura (com uma queda especial pelo XIX).

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Thaís Tanure

Nasci e cresci em Belo Horizonte, gosto de subir montanhas com os pés descalços. Gosto também de pessoas e plantas, e de ser mãe do Lino. Desde criança me intriga o tempo, talvez por isso fiz História. Graduada e mestre pela UFMG, nas horas vagas sou cantora de botequim e escrevo poesias. Ávida leitora de caixas de fósforo.

DESENVOLVEDORAS

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Brenda Silva

Leitora assídua de distopias e ficção científica (fã de carteirinha de Doctor Who e Neil Gaiman), louca por cachorros e gatos, mãe de cacto (?), jogadora de jogos tristes demais,  estudante de algum idioma vez ou outra (o da vez é coreano) e desenheira de coisas fofas e infantis. Na escola diziam que eu ia ser professora, acabei virando programadora; também me aventuro em design. Nascida e criada no litoral natalense, sou uma potiguar que não gosta de camarão. Bacharelanda de TI pela UFRN, além de estudante hoje também sou monitora de idosos que estão no processo de aprender a acompanhar a tecnologia. 

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Laura Batista

Indubitavelmente chata! sou completamente apaixonada pelas coisas que amo. Pode ser meio redundante, mas é real!!! Taurina que não acredita em signos, mas assumo que vivo por comida, bissexual, estudante de Redes de Computadores pelo IFRN, entusiasta de tecnologia que luta pela equidade de gênero na área. Provável que tudo que você está lendo agora, daqui para amanhã não seja mais verdade. Não acredito em perfeições, elas são chatas, mas acredito que você deve tentar ser alguém melhor de que você foi ontem. Vivo de música, pra acordar, pra dormir, pra sonhar e para tentar dar mais profundidade nessa descrição narcisista vou deixar um verso que amo :
"Bem, o sentimento sempre foi demais para mim ele sempre veio muito forte. Eu queria tanto fazer tudo tão certo, que sempre fiz tudo errado.

- Florence And The Machine"