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1. ARQUIVO NA PANDEMIA Para quem quer um arquivo de imagens e textos testemunhais ou ficcionais sobre a experiência de isolamento durante os meses de março, abril e maio de 2020, este é o  livro perfeito. Organizado por Andréa Casa Nova Maia e Vera Casa Nova, Arquivo Pandemia foi distribuído em 74 fascículos e oferecido gratuitamente pela Editora UFMG. Os links para download serão divulgados diariamente nas redes sociais da instituição a partir desta terça-feira, 14 de julho. Os fascículos reúnem textos, desenhos, fotografias, recortes, citações, poesias e imagens produzidos durante a pandemia. Uma pequena coletânea-coleção, um arquivo de memórias vividas na realidade ou na imaginação de artistas, literatos, historiadores, antropólogos, filósofos, sociólogos, psicólogos, geógrafos, comunicólogos. Um trabalho em andamento que, ao final das publicações dos fascículos, será transformado em um livro digital. Acompanhe a divulgação dos links nas redes sociais da Editora UFMG ou visite o site www.editoraufmg.com.br e pesquise por assunto “Pandemia. Apresentação disponível em https://bityli.com/Z3obF 2. FEMINISMOS EM DEBATE O Feminismos em debate é um projeto interinstitucional coordenado por três professoras de História e historiadoras: Aryana Costa (UERN), Lívia Barbosa (IFRN - Campus Pau dos Ferros) e Maiara Juliana Gonçalves (UFRN - Escola Agrícola de Jundiaí). O projeto tem por objetivo promover debates abertos ao público sobre produções feministas no intuito de conectar as discussões e as abordagens produzidas dentro das universidades ao mundo fora dos muros dessas instituições de ensinos superiores, bem como das escolas. A metodologia do projeto é promover aulas públicas interativas, em torno de uma produção intelectual feita por mulheres, que ocorrem mensalmente por meio da plataforma do google meet. O Feminismos em debate, por meio da sua rede social no Instagram, promove conteúdo feministas . Confira as atividades do projeto no Instagram: @feminismos.em.debate 3. HUMANAS - PESQUISADORAS EM REDE O HuMANAS é uma rede de pesquisadoras e de professoras que atuam na área da História e áreas afins das Humanidades. O grupo foi criado no contexto de isolamento social devido a pandemia do covid19, após uma reunião online de um grupo de pesquisadoras e professoras de História que dialogaram sobre os problemas de gênero, e das suas interseccionalidades, que incidem no universo acadêmico. Desse modo, com a denominação de “rede”, a formação do grupo tem finalidade reunir, acolher e construir alianças solidárias entre mulheres, além de visibilidade às produções de mulheres no campo das Humanidades. Confira a iniciativa nas redes sociais: site: www.humanasrede.com twitter: twitter.com/HuMANASRede facebook: HuMANAS - Pesquisadoras em Rede instagram: @humanasrede

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1 - KETLLYN FERNANDES Recomendamos o trabalho da artista plástica Ketllyn Fernandes - que nós conhecemos por acaso, buscando uma imagem no Google para ilustrar a seção “Na gringa” 😄.  Ela tem um canal bem bacana no YouTube onde fala sobre aquarelas e dá várias dicas sobre essa técnica. Saiba que se você ainda não comprou (ou planejou comprar) um tapete de yoga e um kit pra aprender aquarela, você tá vivendo essa quarentena da maneira errada… hahahaha. Então, confiram! Ketllyn Fernandes Ateliê https://www.youtube.com/channel/UCWRurj1_O1qHweJavRsDJ6g). Você pode encontrar (e comprar) o trabalho dela aqui: https://www.urbanarts.com.br/prints/ketllyn-fernandes?O=OrderByScoreDESC,no  Pinterest: https://br.pinterest.com/ketllynfernandesdeaquarela/boards/ ou no Instagram @ketllynfernandes.ateliê 2 -  CANAL MORAL DA HISTÓRIA Nesse clima de quarentena a professora Lívia Barbosa criou uma um canal pra se  aproximar de alguma forma de alunxs, ex alunxs e de quem mais de interessar por História! O projeto Moral da história contém vídeos e conteúdos didáticos, sem abrir mão da densidade e crítica histórica. Lívia vai além da sala de aula, ocupando as redes sociais com a finalidade de fazer um conteúdo democrático, plural, com o rigor metodológico de uma historiadora e a didática de uma professora! Corre lá no @moraldahistoria_canal. Todo dia tem conteúdo novo e em breve vídeos no canal do YouTube link: https://m.youtube.com/channel/UCfhOHkXaWn0UHvuDz1SKaBg 3 - A TECNOLOGIA DAS MULHERES (INSTAGRAM) Laura Thais Batista teve a ideia de criar uma comunidade quando entrou no curso de Redes de Computadores. Dos 47 alunos matriculados no curso, apenas 7 eram mulheres. Após realizar uma busca na internet, constatou a inexistência de uma comunidade que trouxesse a história de mulheres na tecnologia. Laura começou a pesquisar sobre essa disparidade de gênero gigante na área e passou a refletir sobre o que ela poderia fazer para mudar essa situação. Foi assim que nasceu o instagram A Tecnologia das Mulheres. A rede é um lugar para empoderar, apoiar e incentivar mulheres. Para as mulheres que já estão na área de redes de computadores, o instagram funciona como um lugar aberto ao diálogo e compreensão, já para as estudantes da área que ainda estão receosas com o curso, a rede ajuda a tirar dúvidas e a demonstrar como a Ciência e Tecnologia pode ser uma ótima opção de carreira. Sigam a @atecnologiadasmulheres! 4 - CRÔNICAS DA QUARENTENA O artigo de Andreia Vizeu publicado neste número integra a antologia "Crônicas da Quarentena", lançada pela Páginas Editora, de Belo Horizonte (MG - Brasil), composta pelos textos vencedores do concurso literário lançado em março. A ideia foi coletar relatos das experiências desse momento ímpar que vivemos. O cotidiano do isolamento social rendeu excelentes narrativas, e neste livro o leitor encontra crônicas e alguns relatos que podem ser classificados como contos, ora divertidos, ora dramáticos, mas todos certamente muito bem escritos. Em breve o livro estará à venda na livraria internacional Buobooks. No Brasil, pode ser comprado no link https://www.paginaseditora.com.br/product-page/cr%C3%B4nicas-da-quarentena. 5. COLEÇÃO SABERES TRANS A Coleção Saberes Trans é composta por quatro obras escritas por mulheres trans, que discutem sexualidade e gênero em diferentes áreas, tais como educação e  psicologia. Os livros são “O diabo em forma de gente: (r)existências gays, afeminados, viados e bichas pretas na educação” e “Nem no centro nem à margem: corpos que escapam às normas da raça e gênero” ambos de Megg Rayara Gomes de Oliveira; “Crianças trans: infâncias possíveis” de Sofia Favero; e “Pedagogia da desobediência: travestilizando a educação” de Thiffany Odara. Apesar de ser um lançamento, recomendo a Coleção Saberes Trans por conhecer o trabalho da Megg Rayara, ela é a primeira travesti negra a defender o doutorado no Brasil, atualmente, professora adjunta da UFPR na área da Educação e tem dois livros na coleção, um deles é a sua tese de doutorado, publicada em 2017, que se propõe a discutir as diferentes formas de discriminação aos corpos negros, homossexuais, gays afeminados, viados e bichas no sistema educacional, propondo estratégias de resistência, assim como ressignifica os adjetivos citados transformando-os em categorias científicas. Outro bom motivo, é que a coleção pertence a uma editora independente, que se propõe a publicar autorxs LGBTs sem custo de publicação. As obras estão sendo divulgadas na loja da Editora Devires, entre outros livros das Ciências Sociais e Ciências Humanas referentes às pesquisas sobre sexualidade, relações de gênero, raça e classe, disponíveis no sitewww.queerlivros.com.br(valor da coleção R$130)

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1 - REVISTA BREJEIRAS Assim como a Revista Mulheres do Fim do Mundo, a Revista Brejeiras é produzida por mulheres e atua na visibilidade lésbica. Elas fazem um trabalho de editoração maravilhoso, sem falar dos textos publicados! “Brejeiras é um movimento cooperativo de e para lésbicas que busca, nas páginas da nossa revista, trocar experiências e salivas, ampliar imaginários e contatinhos, ocupar línguas e linguagens, revisitar os becos da memória, enfrentar apagamentos, construir resistências e dar visibilidade às lutas lésbicas.” (imagem e descrição da página da Revista Brejeiras no Facebook) Sigam a Brejeiras no Instagram @revistabrejeiras 2 - DOCUMENTÁRIO SEMENTES - MULHERES PRETAS NO PODER Direção de Éthel Oliveira, 2020 Após o assassinato de Marielle Franco (março de 2018), as mulheres negras protagonizaram as eleições do mesmo ano no Brasil, saindo candidatas a cargos políticos em todos os estados do país. O documentário acompanhou as campanhas de Jaqueline de Jesus, Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Tainá de Paula e Talíria Petrone, candidatas aos cargos de deputada no estado do Rio de Janeiro. A produção tem duração de 1 hora e 44 minutos e está disponível para exibição gratuita no Youtube até o dia 30 de setembro de 2020. Link para acesso: https://www.youtube.com/watch?v=8vEcUORITC4 3 - PODCAST "COISA DO PASSADO?", EPISÓDIO FEMINISMO É COISA DO PASSADO? O “Feminismo é coisa do passado” é o quarto episódio da série do Coisa do Passado?, um podcast de História que, a partir de diversos temas, discutem a realidade. O podcast é organizado por uma equipe composta pela Dra. Carla Menegat (professora do IFSul), pelo Dr. Jocelito Zalla (professor do Colégio de Aplicação da UFRGS) e pelo Dr. Murillo Dias Winter (professor da UFFS). No episódio mencionado, a pesquisadora e professora Mônia Karawejczyk (PPGH/PUC-RS) conversa sobre a História das mulheres, dos feminismos e dos estudos de gênero. O episódio ainda conta com a participação da professora Maiara Juliana Gonçalves (Escola Agrícola de Jundiaí/UFRN), uma das nossas editoras da revista Mulheres do Fim do Mundo, que traz contribuições sobre as origens e a atualidade dos feminismos negros. Confiram no instagram @coisadopassadopodcast o link para acessar o conteúdo no spotify. 4 - PROFUNDANÇAS Recomendamos as antologias literárias e fotográficas PROFUNDANÇAS, um circuito editorial lindíssimo criado na Bahia, em 2014, pela poeta, performer e pesquisadora Daniela Galdino e desenvolvido em parceria com a produtora Voo Audiovisual. A antologia é dedicada ao mapeamento não acadêmico de escritoras do Brasil, em sua maioria inéditas e nordestinas, num projeto bianual. As 3 (três) antologias literárias publicadas contam com a participação de 51 escritoras e 55 fotografes em ação colaborativa e sem fins lucrativos. Os livros são híbridos, nos quais a linguagem literária e fotográfica é usada para combater a invisibilidade de mulheres no campo artístico. Por conta da pandemia, as ações de circulação (saraus, rodas de conversa etc.) migraram para o virtual desde abril de 2020. A 4° Temporada das Lives Profundanças é realizada em 2 lives semanais no perfil do Instagram (salvo no canal do YouTube), nos dias de terças e sextas-feiras às 15h. Durante as lives, a produtora Daniela Galdino conversa com a escritora e/ou fotografe convidada, para discutir sobre artivismo em tempo de isolamento, formas de resistência, rede colaborativa de mulheres, visibilidade de escritoras negras, trans, lésbicas, entre outros temas. Para conhecer o trabalho dessas mulheres incríveis, acessem: Instagram e facebook: @profundancas Canal YouTube (Lives): https://www.youtube.com/c/Profundanças Download gratuito das Antologias: http://vooaudiovisual.com.br/portfolio/literatura/ 5 - GRUPO DE ESTUDOS FEMINITAS DANDARA DOS PALMARES (PIRANHAS-AL) O Grupo de Estudos Feministas Dandara dos Palmares é formado por mulheres negras, indígenas e brancas, em sua maioria nordestinas e moradoras do sertão alagoano-sergipano, com idades entre 16 e 50 anos. Fundado pela historiadora e professora potiguar Lucila Barbalho Nascimento, mas que reside na cidade de Piranhas (AL), o grupo é um espaço seguro para a troca de vivências entre mulheres plurais que compreendem a importância de um feminismo interseccional (tomando de empréstimo a ferramenta de análise do Feminismo Negro e que trata do imbricamento entre gênero, raça e classe) e transversal (anti-etaratista, anti-capacitista, anti-gordofóbico e anti-transfóbico). Estudam sobre mulheres, feminismos, lutas e conquistas feministas, além das questões de gênero, categoria construída e que nos é imposta. O grupo compreende a importância da sororidade e da (des)construção do pensamento e da prática, por isso, utiliza as redes sociais para divulgar informações teóricas sobre a temática feminista, por meio de lives (YouTube) e posts diários (Instagram). O grupo Dandara dos Palmares discute, semanalmente, sobre como o patriarcado (sustentado pelo machismo, sexismo e misoginia) tenta disciplinar as nossas vidas e os nossos corpos através de um processo de retroalimentação com várias instituições. Por isso, as compreensões e os questionamentos que nascem das suas reuniões são importantes para o entendimento do que é ser mulher em uma sociedade que privilegia o homem branco cisgênero heterossexual e com dinheiro. Instagram do grupo Dandara dos Palmares: @gefem_dandaradospalmares

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PODCAST “CALMA, GENTE HORRÍVEL” O “Calma, gente horrível” é um podcast produzido por Ana Roxo, Tati Fadel, Rita Alves e Malu Rodrigues, atualizado sempre às quarta-feiras. Trata-se de um projeto independente, feito por essas quatro mulheres de diferentes formações e trajetórias. Elas abordam tanto temas políticos e sociais que estão em pauta no Brasil, quanto outros, de interesse geral - podendo ser mais leves e engraçados, como os assuntos “jovem místico”, “cafonice”, “comunista de iphone”, ou mais pesados e fundamentais, como “maternidade compulsória”, “aborto”, “Lei Maria da Penha” e “padrões de beleza”. Dependendo do tópico a ser abordado, convida-se uma especialista. No dia 9 de setembro o podcast chegou ao episódio número 50, sempre com muito cuidado e qualidade tanto nas discussões, quanto no formato e edição. Está nas plataformas, vale a pena conferir! MULHERES QUE LEEM MULHERES Foi inaugurada a série 'Mulheres que leem Mulheres' na Rádio Piraí Educa, um projeto da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas - uma organização brasileira construída por mulheres com o intuito de lutar contra o preconceito acadêmico, dar visibilidade a obra de filósofas e discutir questões de feminismo e gênero no campo filosófico. O projeto é desenvolvido por meio da parceria com o Laboratório Filosofias do Tempo da Agora, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com episódios de cerca de 8 minutos, pesquisadoras do laboratório apresentam as filósofas que investigam e pelas quais se interessam. Através da parceria com a Rádio Piraí Educa, os áudios da série " Mulheres que leem Mulheres" se tornaram episódios de podcasts que serão lançados aos sábados. No total serão 13 episódios. Imperdível! "Mulheres que leem mulheres" está também disponível no YouTube. https://anchor.fm/radiopiraieduca/episodes/Srie-Mulheres-que-leem-mulheres--Ep--1-Llia-Gonzalez-ekggm8 SEGUNDAS FEMINISTAS! O Segundas feministas é o podcast do Grupo de Trabalho de Gênero, pertencente a Associação Nacional de Professores de História (ANPUH) - Brasil. A produção do podcast visa divulgar pesquisas e discussões na área de História que versem sobre gênero, mulheres e feminismos. Toda segunda-feira é disponibilizado um episódio do podcast que pode ser acessado através da plataforma do soundclound. Atualmente, o Segundas Feministas já contam com 15 episódios produzidos. Confiram no instagram: @segundasfeministas O PESSOAL É POLÍTICO, PODCAST FEMINISTA Segundo as próprias autoras do podcast, elas são duas irmãs que perceberam a necessidade de estudar e discutir sobre teoria feminista. Assim, elas organizaram as emissões em temporadas, cada uma dedicada a um livro, que elas comentam detalhadamente. Na primeira temporada, analisaram o Woman Hating, de Andrea Dworkin. Agora, na segunda, falam sobre o "O Segundo Sexo" de Simone de Beauvoir. Trata-se de uma ótima pedida para quem quer começar a compreender os debates feministas e algumas de suas principais teóricas, mas, especialmente, aquelas alinhadas ao feminismo radical.

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1 - ESTÚDIO DE DESIGN @JUPOCKET Amor em forma de traço, é assim que o JuPocket Studio, fundado pela publicitária Juliana Fernandes, se apresenta para o público. Prestes a cumprir 2 anos, o estúdio de design desenvolve produtos exclusivos, em sua maioria personalizados, para quem procura presentear com criatividade e amor. "Após ter trabalhado 20 anos com Marketing em grandes empresas e, com a chegada da minha filha Morena, senti necessidade, assim como muitas outras mulheres, de um maior equilíbrio entre minha vida profissional e minha vida pessoal. Ainda não sabia ao certo o que iria fazer, mas tinha muito claro o que não queria mais. No meio desta transição, comecei a estudar desenho como uma forma de terapia, nunca imaginei que o desenho se transformaria na minha nova carreira", conta Juliana. Uma amiga a incentivou a publicar alguns de seus desenhos no instagram e, em pouco tempo, surgiu a primeira encomenda. Daí em diante, suas ilustrações, sempre pautadas no amor das relações, passaram a contar histórias e conquistar cada vez mais pessoas. Hoje, com o aumento da demanda, Juliana já contratou 2 pessoas: uma estagiária de design, que a auxilia nas ilustrações, principalmente na parte de digitalização, uma vez que todos os desenhos são feitos e pintados à mão e um fotógrafo e videomaker, que a ajuda com a produção de conteúdo para as redes digitais. Na semana passada, Juliana Fernandes lançou seu primeiro livro infantil, escrito e ilustrado por ela mesma: "A Valsa da Bailarina". A obra é um livro musical baseado em uma canção de ninar composta por ela quando sua filha, Morena, tinha 3 meses. O livro foi viabilizado através de financiamento coletivo e atingiu a meta em menos de 10 dias de campanha. Nele, o leitor pode baixar a canção através de um QR code e acompanhar uma girafinha bailarina enquanto esta vai dançando e sonhando num mundo regado a muita fantasia e imaginação, como a mente das crianças. Não à toa, o livro vem conquistando rapidamente crianças de todo o país. "Ter publicado este livro foi um marco muito importante dentro do projeto do JuPocket Studio, pois além de ser um sonho meu pessoal, abriu portas para outras ideias de projetos, sempre dentro desse propósito de trazer mais beleza para o mundo e para as relações, através da arte" ela conta, acrescentando que já possui ao menos 3 ideias de livros novos. O estúdio de design é localizado na cidade de Nata/RN, mas o JuPocket aceita encomendas de todo o Brasil. Seu perfil no Instagram é @ JuPocket. 2 - CHAMADA DE ARTIGOS "MÃES CIENTISTAS NA AMÉRICA LATINA: PERSPECTIVAS E DESAFIOS NA ACADEMIA": Nossa leitora Olívia da Rocha nos sugeriu divulgar a chamada de artigos com o tema "Mães cientistas na América Latina". Maiores informações no folder de divulgação. Muito obrigada pela dica, Olívia. 3 - HIP HOP FEMINISTA? Nossa sugestão é o livro “Hip-Hop Feminista? Convenções de gênero e feminismo no Movimento Hip-hop Soteropolitano” (disponível em português e inglês). A publicação é o resultado da pesquisa de mestrado da cientista política, Rebeca Sobral Freire, atualmente, doutora em Estudos Feministas e de Gênero pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Gênero, Mulheres e Feminismos (PPGNEIM/CAPES/UFBA). A obra analisa a experiência de um hip-hop feminista jovem e negro em Salvador/BA e insere-se no campo da antropologia política. Interessou à pesquisa as concepções de feminismos envolvidos e o modo como a cultura política local influencia as experiências dessas mulheres. Para tanto, considerou-se as formas de apropriação dos discursos feministas e o engajamento das diferentes bandeiras na militância das interlocutoras. Ficou curiosa?! Para nossa alegria, a editora EDUFBA disponibiliza para download, em formato E-book, os livros completos em inglês e português, acesso nos links: HIP-HOP FEMINISTA? Convenções de gênero e feminismo no Movimento Hip-hop de Salvador (2028) Link: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/30350 FEMINIST HIP-HOP? Conventions of gender and feminisms in Salvador’s Hip-Hop movement (2020) Link: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/32146/3/Feminist%20Hip-hop.pdf 4 - FILME "KBELA" (22 min.) - YASMIN THAYNÁ Inspiradas e, ainda, celebrando o 20 de Novembro - Dia da Consciência Negra -, nos demos a difícil tarefa de escolher entre nomes importantes como os de Adélia Sampaio, Lilian Santiago, Viviane Ferreira, Cíntia Maria, Jamile Coelho, Sabrina Fidalgo, Eliciana Nascimento, Larissa Fulana de Tal, Edileuza Penha de Souza... e tantas outras diretoras negras, a sugestão de um filme do Cinema Negro brasileiro. Eis que chegamos ao nome da carioca Yasmin Thayná, com o premiado curta-metragem “Kbela” (2015), inspirado no conto literário “MC Kbela” – que narra a história de uma menina se descobrindo negra e sem referência positiva do seu grupo étnico. O filme, produzido com financiamento coletivo, destaca-se por denunciar os constantes ataques racistas aos corpos negros femininos em seu dia-a-dia. A experiência da discriminação vivida por nós mulheres negras, em nossos corpos, traços, cabelos... São peças chaves de denúncia dessa narrativa cinematográfica. É no corpo da mulher negra que o processo sucessivo de embranquecimento atua, e isso é explorado nas cenas que mesclam experimentos e técnicas mirabolantes (e violentas) de alisamentos e clareamento da pele/cabelo. Porém, também, destaca os processos de empoderamento. A força ancestral fazendo emergir outro lugar social para esse corpo, tornando-o espaço estratégico de resistência. Nesse sentido, o nosso convite a essa intrigante experiência estética vem no desejo de promoção e reflexão sobre as lutas por igualdade e respeito a todos os corpos e cores. Filme “Kbela” (2015) - Yasmin Thayná Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LGNIn5v-3cE&t=1068s 5 - REVISTA CORRE - ARTE, PENSAMENTOS PRODUÇÃO - Nossa leitora e colaboradora Bruna Fonseca nos sugeriu a Revista Corre - arte pensamentos produção que é uma revista virtual independente voltada para artes, cultura, filosofia, literatura e ciências humanas. Cada edição é organizada tematicamente, visando a formação de outros públicos de arte, a circulação de ideias propagadas por vozes plurais e a estimulação do debate. Nesse sentido, Corre enfatiza a produção de narrativas contra-hegemônicas, apresentando-se como mais um vetor para o desenvolvimento e a consolidação de um cenário cultural democrático no país. A revista faz encontros com personalidades das artes, o segundo encontro do mês de novembro buscará ampliar o debate sobre o tema da segunda edição da revista, CORPO conversando sobre mais uma manifestação cultural: o jongo! A convidada será Flavia Souza ( @flavia_souza_1980 ), bailarina, pesquisadora e jongueira, falará um pouco dessa manifestação riquíssima da nossa cultura brasileira, lotada de significado e ancestralidade. Ela falará sobre as experiências do Grupo de jongo Afrolaje(@grupo_afrolaje) no dia 21 de novembro, às 16h. Sim, essa é a boa de hoje!!! Confira no link: https://linktr.ee/revistacorre 6 - CADERNOS DE LEITURAS DNº. 116 - MATERNIDADE E ISOLAMENTO SOCIAL Indicamos a sempre delicada seleção da editora Chão da Feira nesta coletânea de textos dedicados à maternidade e ao isolamento social. Com curadoria de Maria Carolina Fenati, a publicação reúne textos de sete mulheres que refletem sobre o isolamento social e a maternidade, mas também sobre os olhares das crianças e dessas mulheres, em textos que trazem utopias e desencantamentos, exaustão e a consciência (da ausência) do tempo, gratidão ao aprofundamento dos vínculos, algum desespero por não poder estar só, o cotidiano e as suas palavras, o aprendizado da língua, essa língua que é também a língua do isolamento social, da onipresença. O olhar das crianças, o desejo de acreditar, o apelo à presença constante como gesto presente. A publicação conta com textos de Ana Freitas, Brisa Marques, Fabiana Carneiro, Mika Andrade, Nina Rizzi, Roberta Ferraz, Ursula Rösele. A editora da Chão da Feira Maria Carolina Fenati é nossa entrevistada deste mês! Confiram!

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1 - DOCUMENTÁRIO INDIANARA: Depois de rodar por 70 festivais no mundo todo, o documentário Indianara estreou em diversas plataformas de streaming no Brasil em junho, mês do orgulho LGBTQI+. documentário foi dirigido por Aude Chevalier-Beaumel e por Marcelo Barbosa e constrói um retrato da militante que, ao longo sua trajetória, teve papel fundamental na construção de uma rede de solidariedade e proteção à comunidade trans no Rio de Janeiro, além de militar pelos direitos das pessoas LGBTQI+, de forma mais ampla. Foi fundadora do abrigo Casa Nem, no centro histórico do Rio de Janeiro. Imperdível! Link da imagem (para a editora): http://www.adorocinema.com/filmes/filme-273663/ 2 - FILME CAFÉ COM CANELA: “Preso à minha classe e a algumas roupas vou de branco pela rua cinzenta. Melancolias, mercadorias espreitam-me. Devo seguir até o enjôo? Posso, sem armas, revoltar-me?” (Carlos Drummond de Andrade - A Flor e a Náusea) Primeiro longa-metragem da trilogia escrita e dirigida por Ary Rosa e Glenda Nicácio, Café com Canela (2017) surpreende por seu imenso discurso afetuoso, e pela coragem de dizer com as próprias palavras o que se passa no dia-a-dia, e o que sentem, as pessoas em uma cidade do Recôncavo Baiano. A maravilha desse filme reside no modo com o qual ele subverte a percepção racista e patriarcal do mundo ao simplesmente representar, da forma mais carinhosa e amorosa possível, os personagens, os percalços, e as alegrias de cada um deles. Café com Canela é um representante prático da reconstrução do imaginário social sobre a imagem negra no Brasil. O filme se passa na cidade de Cachoeira na Bahia onde acompanhamos a história de um núcleo de personagens, costurado pelas trajetórias de Violeta (Aline Brune) e Dona Margarida (Valdinéia Soriano), que se reencontram muitos anos após um episódio trágico da vida de Margarida. 3 - PODCAST IMAGINA JUNTAS! Olá, imaginers!!! Recomendamos o podcast “Imagina Juntas” porque além de muito divertido, a Jeska, o Gus e a Tchulim conseguem falar sobre as coisas do dia a dia (incluindo perrengues, traumas, vitórias e aleatoriedades) de uma maneira muito natural, mesmo os temas mais delicados. Eles têm convidados especiais pra falar de determinados temas e parece muito que vc tá numa roda de amigues. “Imagina Juntas é um podcast feito por @tchulim, @jeskagrecco e @guslanzetta sobre a vida dos millennials tentando manter a saúde mental e os boletos em dia. Ouça discussões sobre relacionamentos, cultura, formatos de trabalho, universo feminino e desgraçamentos de cabeça.” Confiram as redes: Insta e Twitter - @imaginajuntas_ Referência da imagem e descrição: https://open.spotify.com/show/0zsyjHtbL1I2pLkV6oG2gO 4 - O SER DE LUANA (LUANA CAVALCANTE) Luana Cavalcante é natural da cidade de Mossoró, estado do Rio Grande do Norte. Ela é artista, formada em Design e Artes, especializada na investigação da composição fotográfica e antropologia visual. O Ser de Luana surgiu como projeto de pesquisa no ano de 2012, na Universidade de Coimbra, Portugal. O Ser de Luana tem mulheres como público alvo principal. No entanto, não se trata de qualquer pintura. O processo criativo é feito através de uma entrevista, feita de modo informal (que mais se parece com um bate papo entre amigas), onde a artista elabora a pintura a partir das características, símbolos e referências de cada mulher. De 2012 a 2020, Luana Cavalcante já pintou mais de 100 mulheres. Apesar de residir na cidade de Natal-RN, Luana Cavalcante desenvolve o seu trabalho em outros estados. Para agendamento e maiores informações, confiram sua rede social: Instagram @oserdeluana e https://linktr.ee/LuanaDoSER Referência da imagem: logo de O ser de Luana 5- LABORATÓRIO DE ESTUDOS EM HISTÓRIA DOS MUNDOS DO TRABALHO (LEHMT) - UFRJ O Laboratório de Estudos em História dos Mundos do Trabalho (LEHMT) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através de sua coluna "Labuta", promoveu um debate sobre Gênero e História do Trabalho com Fabiane Popinigis e Glaucia Fraccaro. Confiram no link: https://lehmt.org/2020/09/12/live-labuta-genero-e-historia-do-trabalho-com-fabiane-popinigis-e-glaucia-fraccaro/

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1. ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) A instituição é definida como "uma rede nacional que articula em todo o Brasil 127 instituições que desenvolvem ações para promoção da cidadania da população de travestis e transexuais"” com a missão de “Identificar, Mobilizar, Organizar, Aproximar, Empoderar e Formar Travestis e Transexuais das cinco regiões do pais para construção de um quadro político nacional a fim de representar nossa população na busca da cidadania plena e isonomia de direitos.” Conheça um pouco mais no seu site: https://antrabrasil.org Junto com o IBTE é feito um trabalho importantíssimo de tentar mapear os assassinatos de pessoas trans e travestis através de um dossiê anual divulgado sempre no mês de janeiro (mês da visibilidade trans) sobre a violência contra as pessoas T. Esses dados expõem uma triste realidade, além do Brasil ser o país onde mais se mata pessoas trans, a exclusão social, educacional e as violências de diversas naturezas aparecem em números vergonhosos. Esse anuário foi publicado pela primeira vez em 2018. No link a seguir vocês encontrão todos os números, inclusive o relativo ao ano de 2020, (https://antrabrasil.org/assassinatos/) leia um trechinho: "Em 2020, o Brasil assegurou para si o 1o lugar no ranking dos assassinatos de pessoas trans no mundo, com números que se mantiveram acima da média. Neste ano, encontramos notícias de 184 registros que foram lançados no Mapa dos assassinatos de 2020. Após análise minuciosa, chegamos ao número de 175 assassinatos, todos contra pessoas que expressavam o gênero feminino em contraposição ao gênero designado no nascimento, e que serão considerados nesta pesquisa. É de se lembrar exaustivamente a subnotificação e ausência de dados governamentais." 2. AFROFLIX Vocês já conhecem a plataforma AFROFLIX? Idealizada pela realizadora Yasmin Thayná, que assina o premiado filme Kbela (2015), já indicado por aqui, a plataforma disponibiliza filmes que tenham pelo menos uma pessoa negra nas equipes técnicas e/ou artísticas e é alimentada de forma colaborativa. A contribuição para o acesso gratuito ao que tem sido feito no audiovisual atual e para a representatividade das pessoas negras no cinema são dois pontos positivos da iniciativa. Além disso, qualquer pessoa pode se inscrever para enviar seu próprio filme ou indicar algum material. Ali a gente encontra diversos formatos e gêneros, filmes ficcionais, séries, vlogs, documentários, vídeo clipes. Na porta de entrada da plataforma vemos uma imagem do curta Mulher do Fim do Mundo, realizado pela Yasmin Thayná, que conta com uma bela coreografia da música homônima da Elza Soares, trazendo um olhar sobre a cidade do Rio de Janeiro, a música, o samba, a dança e as multicores da cidade. As cores são as cores da festa, do Carnaval, mas a festa ali está quase vazia, somente passam na avenida os coreógrafos e atores, lembrando estranhamente este carnaval de 2021 - o ano que não teve carnaval - apesar de ser uma obra em 2018. 3. FLORIM Recomendamos a novela FLORIM, de Ruth Ducaso, que narra a história de Dita, uma mulher que trabalha no tráfico de drogas e sonha em ser poeta. O enredo transita entre a fúria e a prisão, seu deslocamento, solidão, prazer e encantamento. A protagonista nos fala do racismo estrutural na sociedade brasileira a partir de imagens que são registros e rastros do período colonial brasileiro. Ao mesmo tempo em que faz uso da cosmologia yorubá e da denúncia social em várias chaves de leitura (gênero, classe e raça para citar algumas), a obra retoma um tema caro à produção contemporânea, a discussão sobre autoria, por meio da escrita singular de Luciany Aparecida, criadora das assinaturas estéticas Ruth Ducaso, Margô Paraíso e Antônio Peixôtro. Como esclarece a autora, não se trata de pseudônimo, nem heterônimo, mas de estilos com os quais escreve prosa com aproximações à poesia. Florim é composto por diferentes registros: relatos em primeira e terceira pessoa nos formatos diário, narrativa oral e poesia, provocando o leitor a participar da junção dessas linguagens. Luciany Aparecida é baiana, escritora e professora de literatura. Suas principais obras são: com a assinatura Ruth Ducaso: Contos ordinários de melancolia (Paralelo13S, 2019). Como Margô Paraíso publicou: Ezequiel (Pantim, 2019). E com a assinatura Antônio Peixôtro o zine: Auto-retrato (Pantim, 2019). Se você também ficou curiosa e deseja adquirir Florim (Paralelo13S, 2020), acesse: www.livrariabotocorderosa.com/loja/produto/florim/ ou pelo Instagram @lucianyaparecida 4. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO "EXCLUÍDOS DA HISTÓRIA" ORGANIZADO PELA OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL (ONHB): A Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB) foi criada no ano de 2009 pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e reúne mais de 70 mil estudantes dos dois últimos anos do ensino fundamental e do ensino médio das escolas públicas e particulares do país, com o objetivo de proporcionar o estudo e o conhecimento em história do Brasil. No final do ano de 2020, na 11ª edição da Olimpíada intitulada “Excluídos da História”, a ONHB organizou um dicionário biográfico que contém 2.251 verbetes sobre personagens brasileiros importantes que estão fora dos livros de história do país. Segundo a coordenadora da ONHB, a professora e historiadora Cristina Meneguello (Unicamp), a discussão sobre os excluídos da história foi retomada após o carnaval de 2019 a partir do samba enredo apresentado no enredo “História para ninar gente grande”, de autoria da Estação Primeira de Mangueira. A produção do dicionário biográfico contou com a participação de 6.753 estudantes que participaram da 5ª fase da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB), realizada entre os dias 3 a 8 de junho de 2019, e que fizeram uma rica pesquisa sobre diversos nomes da história do Brasil. O que deveria ter sido apenas uma tarefa de pesquisa foi transformado em um material que pode ser compartilhado com professoras, professores, estudantes e a todos e a todas interessadas no conteúdo. Confira o material em: https://www.olimpiadadehistoria.com.br/especiais/excluidos-da-historia/verbetes

Tá rolando ...
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1.Okun Ayó “Mulheres da Nação Zamberacatu” Okun Ayó que significa “Mar de Alegria” é o projeto formado pelas mulheres da Nação Zamberacatu, primeira Nação de maracatu do estado do Rio Grande do Norte, que realiza saídas oficiais independentes no carnaval da cidade de Natal e é a responsável pelos festejos de 2 de fevereiro, dia de Iemanjá, na cidade. O grupo surgiu em 2018, com o intuito de fortalecer a força feminina na percussão e no movimento cultural e afro religioso de Natal, carrega este nome em homenagem a Rainha Iracema Albuquerque, Okun Ayó, primeira matriarca da Nação Zamberacatu, trazendo a alegria e a força das águas em um batuque só de mulheres! Após lançarem o Documentário “Okun Ayó: Um Mar de Alegria” que conta a trajetória da Rainha Iracema, no último dia 26 de março de 2021, a Okun Ayó lançou seu primeiro material áudio-visual, no vídeo performance o grupo apresenta suas primeiras composições, homenageando várias mulheres negras que são referências para o movimento feminino da cidade e saudando Iemanjá, orixá patrona do grupo. O material foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc, através da Secretaria de Cultura do Estado do RN, Fundação José Augusto e estará disponível até o dia 6 de abril de 2021 no canal da Nação Zamberacatu no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=3GQAOUSMZHk) e no igtv do instagram: @naçaozamberacatu 2. Projeto Mãe Canguru Solo (Natal/RN) O “Mãe canguru solo” é uma iniciativa idealizada e realizada pela pedagoga e mãe solo Elane Mara Cunha Carvalho em parceria com o seu Espaço “Casa de tia - lugar de brincar!”. O projeto é voltado para mães solos moradoras da cidade de Natal/RN, ou regiões próximas, que necessitam trabalhar e/ ou estudar (inclusive em dias como sábados) e não tem uma rede de apoio para deixar as suas crianças. Nesse sentido, o projeto visa oferecer day use no Espaço “Casa de tia - lugar de brincar!” cobrando um valor simbólico ou proporcionando isenção do valor, a depender das condições sociais das mães. Além disso, o projeto visa reunir essas mulheres em uma comunidade destinada a trocar experiências, situações, alegrias e cansaços por meio de um grupo de whatsapp e, ainda, produzir conteúdos de forma remota que poderá ser acompanhado nas redes sociais por mulheres que não residem na cidade mencionada e mediações. Mais informações: Instagram @casadetia 3. Livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras (editora Bazar do Tempo) “Carolinas - a nova geração de escritoras negras brasileiras” é um livro da editora Bazar do tempo em parceria com a Festa Literária das Periferias, edição 2020 (@fluprj) , organizada por Julio Ludemir, fundador da Flup, junto com Ecio Salles (a quem o livro é dedicado), e diretor atual do projeto, que completa 10 anos de atividades em 2021. A edição da FLUP 2020 homenageou a escritora Carolina Maria de Jesus e os 60 anos da publicação de seu livro “Quarto de despejo” (1960). O livro “Carolinas” reúne textos de 180 mulheres, participantes das oficinas de escrita ao longo de 2020, inspiradas em Carolina Maria de Jesus, sob orientação de nomes como Eliana Alves Cruz, Ana Paula Lisboa, Itamar Vieira Junior, Milena Britto, Eduardo Coelho e Fred Coelho. O resultado é um conjunto de textos que surpreende pela diversidade e riqueza de temas, vocabulários e estilos. Escritoras que chegam para deixar a sua marca na literatura brasileira, seguindo a linha matricial de Carolina. O lançamento do livro será em abril de 2021. Maiores informações: instagram @bazardotempo e @flup 4. Festival Meu BB O Festival Meu BB está premiando performances artísticas musicais maternas. O Festival, que vê na arte e na maternidade formas potentes de resistência, sobretudo em tempos pandêmicos, está selecionando e premiando as performances, que serão selecionadas através de um júri artístico e um júri popular. O Festival, idealizado por Míriam Struz e Nanda Piovanelli, moradoras do Rio de Janeiro, selecionará 18 artistas, que receberão prêmios em dinheiro. Aprovado na Lei Aldir Blanc e lançado no dia 8 de março de 2021, o Festival pode ser conferido em www.instagram.com/festivalmeubb . Lá você pode se inscrever para participar ou indicar alguma mana. Ah, vale lembrar que as participantes podem ser de todo o país. Corre lá! 5. Livro: Exercícios Físicos - Lorena Grisi Exercícios físicos é o primeiro livro de poemas da soteropolitana Lorena Grisi e está sendo publicado pela Editora Paralelo13S. O livro reúne poemas escritos nos últimos oito anos, trazendo uma variedade de formas (haicais, poemas em prosa), construídos num ritmo acelerado de frases longas, pouco pontuadas, que geram uma poesia de fluxo de consciência imparável, caótica, sem freio. Temas como o feminino e o tempo circundam aquela que é a imagem mais cara à poeta: o corpo, que aparece neste livro de forma material, pouco abstrata, numa racionalidade atenta às suas forças, potencialidades e fragilidades. O corpo é tudo de que dispomos, mas ele nos engana. É nossa casa e nossa falha, dando às ideias um campo físico em que elas podem se realizar ou se frustrar. Como no poema em prosa Exercícios físicos, que intitula o livro, no qual Lorena Grisi conversa com um interlocutor: “Eu sou muito ativa, me exercito, escrevo, apago, escrevo, reviso; no ano seguinte, eu abro o mesmo texto e reviso, apago, escrevo, guardo, esqueço. Esse exercício fortalece a mente e os ossos, explico, ele recomenda musculação três vezes por semana, no mínimo”. O livro está em pré-venda no site da Livraria Boto Cor-de-Rosa, vinculada à Editora Paralelo13S, em valor promocional por tempo limitado: https://www.livrariabotocorderosa.com/loja/produto/exercicios-fisicos/ Vale a pena conferir!! 6. Nós versus eles, uma dramaturgia de Ana Clara Veras Nós versus eles é uma dramaturgia escrita pela artista Ana Clara Veras. A obra nasceu das tamanhas inquietações e angústias da autora que seguiram, principalmente, após a leitura do livro "Quarto de Despejo", da Carolina Maria de Jesus, e do livro "Buraquinhos ou O Vento é Inimigo de Picumã", de Jhonny Salaberg. Inicialmente, a ideia era uma proposta cênica para as ruas, dentro de uma cabana furada. Porém, devido a pandemia do COVID19, os formatos tornaram-se remotos e essa foi a sua nova proposta cênica. A peça teatral apresenta através de uma brecha: uma vida. Essa vida que são tantas. Uma mulher atravessada pelo anseio, por receitas de internet e principalmente: fome. No repertório musical da dramaturgia, constam as músicas de "De Frente pro Crime" (de Aldir Blanc / João Bosco / Vinícius) e "Valsa para a Lua" (de Victor Araújo) e traz um mix de linguagens artísticas que unem dança, teatro, canto e audiovisual. A equipe técnica da obra é composta por Helena Saltoris e Maxwell Pablo. Este projeto foi contemplado e fomentado com recursos da Lei Aldir Blanc, Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. Através do EDITAL N. 02/2020 – FJA de Diversidade sócio-humana. A obra pode ser conferida em: https://www.youtube.com/watch?v=b2nezNvNHBM Quer divulgar algum trabalho, produção, publicação, feita por mulheres brasileiras e estrangeiras, na coluna Tá rolando... ? Mande um e-mail para mulheresfm@gmail.com com título "Divulgação na coluna Tá rolando..." que divulgaremos o seu trabalho em nossa revista.